Tempo que insiste em dar seu compasso, e meio sem ritmo sigo...
E no seguir a ingratidão que beira a porta. Mas faz parte de sermos humanos, ou não.
Numa última tentativa fui resgatar no passado a força e o brilho de meu olhar com tudo se encantar.
Em vão, já se faz tarde, daqueles momentos somente a saudade de ter um dia ousado sonhar e ter asas para voar. No canto da sereia, me envolvi...e na prateleira me fixaram e olha que lutei para de lá sair.
Contei o tempo e tenho de dizer... a luta perdi, de um tempo perdido para o simples gozo de assim ser.
Da janela vejo o céu que um dia almejei, e quem quer saber o que vivi...